Há uns dias, numa simpática festa na casa de amigos, descobri (aliás, descobrimos, já que todos os integrantes deste blog estavam lá!) os salgadinhos Torcida em versões novas para nós, acostumados com os clássicos sabores pizza, queijo e cebola.
Torcida sabor Mostarda, Banana e canela e sabor Maçã e canela!
Em geral, as pessoas presentes na festa aprovaram, não ouvi nenhuma reclamação. Nas palavras de Shin: “não amei, mas acho que cumpriu sua função.” Na minha opinião, os sabores são satisfatórios. O de mostarda tem um leve azedinho característico, que achei agradável. Os sabores doces, me lembraram muito aqueles biscoitos amanteigadosBauducco. Bem gostosinhos, só que no formato de petisco quadradinho que me lembra um mini-pastelzinho de vento. Bom pra quem gosta de comer besteirinhas!
Nota: Eu tentei encontrar o site da Lucky (fabricante do Torcida) para ver quais os sabores disponíveis mais só encontrei algumas notas sobre a compra da Lucky pela PepsiCo(a long time ago). Por hora resta-me procurar o que tem a venda nos mercados por aí.
Feriado, sol, último dia da exposição Matisse Hoje na Pinacoteca de São Paulo com filas pouco convidativas. E como fila dá fome, não demorou muito para que eu e mais 4 amigos fossemos caminhar pelo Bom Retiro a procura de um lugar minimamente decente para almoçar. Tudo fechado. Após uma incursão frustrada à uma mercearia coreana, as opções eram um restaurante velho, um boteco encardido e uma churrascaria sebosa.
Sob o sol o caminho parece bem mais longo!
Acabamos no Salada Record, “Servindo bem desde 1958″. O ambiente aparenta não ter sido atualizado desde 1958. Me senti mais a vontade quando percebi que a cerâmica do chão era igual à da cozinha da minha casa. E tudo começou bem, com pãezinhos e vinagrete à vontade. O suco muito saboroso chegou rápido.
E foi só o que chegou rápido à nossa mesa, por que a comida demorou horrores. Clientes que chegaram depois já estavam na sobremesa enquanto esperávamos assistindo ao noticiário na Globo. Tanto que quanto o pedido chegou, eu já estava quase satisfeita de tanto pãozinho com vinagrete.
Um pedido errado e uma desculpa do garçom. Filé de frango ia demorar muito pra fazer por que estava congelado, melhor ficar com coxa e sobrecoxa ao molho mesmo. Macarrão muito mole, feijão aguado, bifes duros e com sabor de nada e o garçom sujando os clientes de molho ao servir. Ao menos as batatas fritas eram boas. Ao final cobraram um sorvete a mais.
Para o próximo feriado, pretendo lembrar-me de levar um lanche.
Um feriadão preguiçoso em casa pode ser a ocasião perfeita pra uma comidinha rápida e fácil, aproveitando pra gastar coisas que estão esperando na geladeira. Neste caso, um saquinho de pizza de frigideira e algumas cervejas.
Massa integral para garantir mais fibras!
Para garantir o recheio bastou uma “vasculhada” em casa e uma passadinha na padaria.
Molho de macarrão do almoço, presunto, cebola (muita cebola, adoro cebola!) e mussarela.
Antes de montar a pizza é importante observar se a sua frigideira é antiaderente. Se for, só colocar a massa diretamente e pronto. Se não for, é imprescindível untar com óleo. Sério, imprescindível! Eu já testei fazer a pizza numa frigideira sem antiaderente e sem óleo e acredite, foi uma péssima idéia! Passei 10 minutos descolando o embolado de ingredientes do fundo torrado. Depois de montar a pizza, só colocar 3 minutinhos no fogo baixo (tem que ser baixo, minha tentativa apressada de fogo alto também foi fail) com a frigideira tampada e voilà!
A massa é super fininha e fica bem crocante!
O bom é que fica pronto super rápido, dá pra variar os recheios e reaproveitar o que está sobrando em casa. Também fiz uma versão com milho e requeijão, que ficou muito boa. O próprio site da Crock Pizza traz algumas receitas, que podem servir de inspiração.
Para acompanhar, escolha a bebida de sua preferência!
Uma das coisas de que mais gosto no meu trabalho é a cesta de frutas que fica na cozinha. Uma pequena variedade de sabores e aromas para adocicar o intervalo entre uma correria e outra. Fora isso, sempre aparece alguma outra guloseima no decorrer do dia ou nos finais de tarde e este foi o caso das bananas. Gordinhas e de casca avermelhada, transformaram-se num pequeno mistério.
Wtf? Banana-mistério!
Após uma breve consulta ao meu repertório pessoal – que é ligeiramente urbano-, não encontrei nenhuma entrada que correspondia à minha pesquisa e fui para o Google. Encontrei endereços falando sobre bananas, sobre os tipos de bananas, mas nenhuma parecia corresponder ao espécime que tinha em mãos. Aí tentei “banana + casca + vermelha” e encontrei o que procurava. Banana São Tomé, que segundo algumas fontes deve ser consumida cozida, assada ou frita.
Eu experimentei “crua” mesmo. O sabor não é muito forte, é como uma banana prata mais docinha. Aliás, a banana prata continua sendo a minha favorita, sempre. O próximo passo será testar uma versão “de microondas” da banana São Tomé para o veredicto final!
UPDATE! : Experimentei as bananas São Tomé numa versão “quentinha com canela” feita no microondas e gostei bastante! Estavam bem maduras e eu cortei ao meio antes de polvilhar a canela. Deixei 1 minuto na potência alta e ela não desmanchou. O sabor ficou um pouco mais acentuado, mas ao mesmo tempo achei mas suave do que o das bananas nanicas que costumo preparar. Testado e aprovado!
Olás e olás! Como nós voltamos com a corda toda, aqui vamos nós em outro post revelação! Hoje, vocês vão acompanhar a bela noite em que provamos o refrigerante peruano Inca Kola, que visualmente parece um xixi radioativo, mas não é tão ruim assim! =)
a rainha radioativa
Tudo começou quando a minha querida Susana viajou ao Peru (LoL) e comentou comigo sobre essa iguaria, que ela classificou como horrível. Eu fiquei tão fissurado que até descobri um lugar aqui em São Paulo que vendia a Inca, mas por diversos contratempos nunca segui até o lugar para encontrá-lo. Andei tão pensativo sobre a bebida amarela, que até pensei em fazer um drink homenageando este refri (e na minha cabeça ele deveria se chamar Peru Libre). Enfim, eis que eu consegui, via Susana, a tão esperada Inca Kola e, junto com Adelita, fui provar esta gracinha.
"será que fica bom com vodka?"
"hmmm, que luzes são essas se aproximando...?"
Pra falar a verdade, a Inca Kola parece uma tubaína com gosto de chiclete vagabundo e vitamina c, mas apesar disso, não é um refrigerante ruim. Claro que fica na cabeça o PORQUE desse refrigerante ter dominado (e ainda dominar) o mercado peruano, mas isso é outro assunto. Nosso veredito é: prove! Vale a experiência e a diversão de tomar algo que parece um xixi radioativo! =)
esse xixi é do peru!
Pra finalizar, fique com essa propaganda da Inca! Sublime! =D
Sábado é dia de se reunir com os amigos dar uma passadinha no mercado. E foi numa dessas visitas que eu descobri uma versão repaginada das inimitáveis Tortuguitas Arcor da infância, a Tortuguita Monte a Sua!
A caixa é bem convidativa, diz "diversão garantida" em letrinhas coloridas!
A proposta consiste numa caixa, com 7 cascos de tartarugas de chocolate vazios, e 7 recheios pra você montar ao seu gosto. O produto é voltado para o público infantil, o que não impede que os mais grandinhos também possam se divertir combinando recheios. Gostei da idéia de interatividade e fui testar!
São 3 sachês de recheios (morango, brigadeiro e chocolate branco) e 2 sachês de chocolate granulado, um tradicional e um colorido. E as Tortuguitas tem uma cara amigável!
Montar é bem fácil, os recheios bem líquidos e fáceis de espalhar. O que achei mais difícil mesmo foi abrir alguns saquinhos, mas nada que não se possa vencer com um pouco de persistência. Me senti comendo uma espécie de bombom de licor aberto.
Achei mais seguro comer numa mordida só pra não melecar tudo!
Pronto pra degustar!
No final, achei que vale pela brincadeira, porque o sabor é uma coisa meio decepcionante. O chocolate é até gostosinho, embora um pouco doce demais, mas o recheio, além de exagerado em açúcar tem um sabor extremamente artificial. Os três recheios acabam ficando muito parecidos, um meladinho colorido. Não tive dúvidas e comi os últimos cascos vazios.
Vou optar pelas Tortuguitas clássicas até que aperfeiçoem o chocolate interativo!
Não, caro leitor, não se trata de mais um post de degustação. Menos ainda de uma das receitas de Palmirinha Onofre - este é um post para os desendinheirados que moram sozinhos (tipo eu) que querem se especializar na complexa arte de ir ao mercado comprar (e porventura sobreviver, mas isso é secundário) sem ter que passar o fim do mês chorando ao ver o saldo atingindo o buraco negro e o começo do mês seguinte ao ver suas possibilidades de economia voando longe por conta de dívidas acumuladas. São algumas pequenas estratégias e dicas bastante simples que surgiram empiricamente nesses anos de habitante solitário com orçamento ultra-restrito. Chega de blá blá blá! Hora das berenícicas dicas de como economizar no mercado – e ainda por cima, em tópicos, porque leitor da internet é tudo folgado! Econodicas, GO!
Um hábito relativamente simples que ajuda é manter um controle tão rigoroso de sua despensa quanto sua capacidade organizacional permitir. Não ao mercado achando que precisa de coisas – vá só quando a necessidade for iminente, óbvia e ululante.
Faça uma lista de compras e seja fiel a ela. Case-se com ela. E a traia só se a promoção for muito muito muito muito boa – e você vê que iria precisar do item em sua próxima compra. Coisa de necessidades basicíssimas. Não é porque um desentupidor de privadas com o desenho do seu Pokémon favorito está em oferta que você vai comprar, por mais bonitinho que seja. Promoções e ofertas podem ser poderosas aliadas ou inimigas implacáveis de suas finanças.
Na hora de compras pequeninas, nada de pegar carrinho ou cestinhas. E nem vale usar a blusa como um porta-futuras-despesas – o esquema é levar as coisas na mão mesmo. A idéia é limitar o que você carrega, restringindo assim as possibilidades de dispender seu rico (ou parco) dinheirinho.
Passe o mínimo de tempo possível dentro do mercado: coisas brilhantes e convidativas expostas ao alcance da sua mão são um convite pra se gastar loucamente.
É uma péssima idéia ir ao mercado com fome, senso comum. Mas é também idéia ruim ir logo depois do almoço, especialmente se você não comeu sobremesa. A baixa glicêmica vai dar vontade de comprar doce. E vontade, mercado e economia não possuem denominador comum.
A ordem das prateleiras, por mais teoria da consipração que isso soe, também influencia na sua compra. Então, se você quer economizar, subverta a ordem das coisas. Nada de ir de seção em seção. Porém, traçar itinerários pouco ortodoxos pode fazer você gastar tempo a mais dentro do mercado, abrindo assim possibilidade pro bichinho da gana se encorpar e devorar suas finanças. O ideal mesmo é conhecer o mercado como a palma da mão e ir direto, reto e triunfante às indicações da sua listinha. Caso você não conheça a geografia local, sem desculpas: quem tem boca vai a Roma. Abandonar os pudores e perguntar pros uniformizados (ou mesmo pras típicas simpáticas velhinhas habitantes de mercados pela manhã) é altamente indicado.
Controlar o consumo, além de fazer sobrar aquele extrinha pra poupança, tem outros pontos a se levar em consideração, especialmente se você for ecologicamente consciente (ou a versão esteriotipada: os ecochatos). Este que lhe escreve não pode falar muito sobre isso, dada sua ignorância nesses assuntos mais sérios. Mas o pessoal do Instituto Akatu certamente pode dizer bastante sobre isso! Visite o site deles e conscientize-se!
É gente, por mais que pareça fácil, fazer o miojo igual àquelas propagandas que andam provocando estômagos na volta pra casa via metrô, requer pequenos cuidados que sempre valem ser citados.
O miojo, de qualquer marca que seja, sempre pode ficar durinho, sequinho em cima e molhadinho embaixo, com aquela carinha de propaganda, se a gente fizer assim:
Uma quantidade qualquer de água, mas que seja o suficiente pra cobrir o bloquinho de massa;
Fogo alto e
Um garfo, tanto pra mecher durante como pra ver se já tá no ponto.
Então, fazemos assim:
Água fervendo, borbulhando.
Tá lá? Põe o miojo e deixa a panela aberta até ele começar a amolecer, quando você vai mexendo com o garfo e deixar ele soltinho.
Deu uns dois minutos (no cronômetro, no celular, no reloginho do fogão, ou ainda ouvindo uma música) dá uma checada pra ver se não tá já no ponto “al dente”, ou seja, durinho, mas não parecendo que você tá comendo farinha.
Tá “al dente”?
Ótimo! Tira o excesso de água, ou seja, vai tirando até vc ver que só ficou um pouquinho pra deixar o miojo levemente molhadinho.
Aí você põe o principal: o tempero! Pondo o tempero antes de jogar fora a água, obviamente, perde-se uma boa parte do tempero e, tirando essa água “excessiva” a gente concentra pra deixar a coisa mais gostosa.
Mexe bem e sirva-se.
Miojo durinho, com caldinho suficiente e que você consegue sentir o gosto dele!
Essa é a dica do dia, espero que seja útil! (Por mais que boa parte desse post esteja detrás da embalagem do miojo.)
Segunda feira depois do trabalho, resolvi passar no mercado pra fazer umas comprinhas e ir pra casa do namorado tentar denovo provar pra mim mesma que eu não sou um completo fracasso na cozinha! Pra isso escolhi uma receita simples que encontrei no Aventuras Gastronômicas, o bolinho de arroz e batata recheado com queijo.
Os ingredientes são:
2 xícaras de chá de arroz cozido
2 batatas grandes cozidas amassadas
1 ovo
2 colheres de sopa de queijo ralado
sal, pimenta e salsinha a gosto
1 colher de sobremesa de fermento em pó
150g de mussarela em cubinhos para o recheio
Para dar um toque pessoal coloquei ricota ralada e caprichei na salsinha!
O modo de preparo da receita diz para juntar todos os ingredientes da massa e depois ir recheando com os cubinhos de mussarela, mas eu não tive toda esta paciência e resolvi colocar tudo de uma vez. E como sou um pouco megalomaníaca acabei exagerando na quantidade da batata e da mussarela.
Recheio e massa do bolinho de arroz! Nesta parte eu ainda estava achando que ia dar certo
Moldei uns bolinhos e coloquei no óleo pra fritar e foi justamente nesta parte que começou a dar tudo errado. Os bolinhos comaçaram a se desfazer na frigideira e a absorver muito óleo. Sem contar que para completar o caos, o queijo que estava misturado na massa começou a derreter e a se espalhar. Então tive a idéia de empanar os bolinhos antes de colocar pra fritar e lá se foi mais um ovo e farinha de rosca. Deu certo, mas achei que não ficou com uma aparência muito convidativa. Os que consegui fritar sem empanar e sem que se desmanchassem ficaram bem mais bonitos. Não sei se foi pelo stress no preparo, mas na hora de provar achei que não ficaram bons. Me pareceu tudo meio oleoso e sem sabor, fiquei achando que faltou tempero. #FAIL
A foto é de celular e não é lá estas coisas, mas dá pra ver como ficaram os bolinhos prontos.
Depois desta experiência chegamos a algumas idéias que podem ser úteis para experiências culinárias: O que fazer:
Chamar o namorado – ou namorada, ou amigos - pra cozinhar com você (se tudo der errado, ao menos restam boas risadas!)
Incrementar as receitas com outros ingredientes
Experimentar temperos e sabores
O que não fazer:
Cozinhar com fome (a fome pode prejudicar sua capacidade de raciocínio!)
Exagerar nas quantidades dos ingredientes (você pode por mais sal se faltar, mas não pode tirar se tiver exagerado no início)
Esquecer de temperar!
No final ainda acho que a culpa do fracasso foi minha falta de jeito e que esta receita deve ficar boa. Vou tentar denovo, com mais moderação!
Esta semana para finalizar a série de degustações juninas, fui novamente visitar lojas de chocolates. A Brasil Cacau e a Cacau Show, duas empresas que resolveram investir em edições especiais de doces com os sabores mais tradicionais das festas juninas.
Visitei primeiro a Brasil Cacau que ainda não conhecia. Fora o espaço agradável com uma boa variedade de sabores e fotos do Cauã Reymond, – o garoto-propaganda da marca – encontrei a trufa de paçoca e os crispies de amendoim que tinha ido procurar. Na Cacau Show, encontrei as trufas de curau, quentão e paçoca e chamei novamente minha equipe – minha mãe e minha tia, minhas degustadoras oficiais para sabores tradicionais – para experimentar.
Trufa de paçoca e crispies Brasil Cacau. Trufas de curau, paçoca e quentão Cacau Show
O que menos gostei entre todos, foi a trufa de curau. O sabor realmente lembra curau, só que muito artificial! Enquanto comia fiquei imaginando que estava experimentando massinha de modelar saborizada.
Entre os produtos das duas marcas somente a trufa de curau tinha cobertura branca, os outros produtos levam chocolate ao leite
Entre as trufas de paçoca, a que mais lembrou o doce é a da Brasil Cacau, embora a textura do recheio não tenha me agradado muito. Achei meio oleoso, meio sintético. A da Cacau Show tem um sabor agradável e um recheio mais elaborado, mas a paçoca mesmo passou longe!
Trufas de paçoca, Brasil Cacau e Cacau Show. Pelo visual eu escolheria a da Cacau Show!
E entre todos os chocolates, o escolhido por unanimidade pela “equipe” foi a trufa de quentão! Doce na medida e com um suave toque de gengibre! O meu favorito, foi o crispie de amendoim da Brasil Cacau. Sabor e simplicidade!
Os escolhidos! Trufa de quentão Cacau Show e crispie de amendoim Brasil Cacau!