Feriado, sol, último dia da exposição Matisse Hoje na Pinacoteca de São Paulo com filas pouco convidativas. E como fila dá fome, não demorou muito para que eu e mais 4 amigos fossemos caminhar pelo Bom Retiro a procura de um lugar minimamente decente para almoçar. Tudo fechado. Após uma incursão frustrada à uma mercearia coreana, as opções eram um restaurante velho, um boteco encardido e uma churrascaria sebosa.

Sob o sol o caminho parece bem mais longo!
Acabamos no Salada Record, “Servindo bem desde 1958″. O ambiente aparenta não ter sido atualizado desde 1958. Me senti mais a vontade quando percebi que a cerâmica do chão era igual à da cozinha da minha casa. E tudo começou bem, com pãezinhos e vinagrete à vontade. O suco muito saboroso chegou rápido.
E foi só o que chegou rápido à nossa mesa, por que a comida demorou horrores. Clientes que chegaram depois já estavam na sobremesa enquanto esperávamos assistindo ao noticiário na Globo. Tanto que quanto o pedido chegou, eu já estava quase satisfeita de tanto pãozinho com vinagrete.
Um pedido errado e uma desculpa do garçom. Filé de frango ia demorar muito pra fazer por que estava congelado, melhor ficar com coxa e sobrecoxa ao molho mesmo. Macarrão muito mole, feijão aguado, bifes duros e com sabor de nada e o garçom sujando os clientes de molho ao servir. Ao menos as batatas fritas eram boas. Ao final cobraram um sorvete a mais.
Para o próximo feriado, pretendo lembrar-me de levar um lanche.
hahahaha!
eu disse pra voltarmos todos pra casa e tomarmos chá! eu disse… rs
=)
Ah mas a melhor parte mesmo foi dentro da exposição, com aquele MONTE de gente fazendo fila indiana pra ler as informações na parede..r.s.
E o café da Pinacoteca que estava como uma sauna superpovoada. Sucesso! rs.
Quando fomos uscar o restaurante, o chá parecia tão tentador. rs